Aperte o Play: artistas diversos

Olá pessoal, olha eu aqui mais uma vez! Com vocês têm passado? Espero que bem, ainda mais porque 2016 acabou de começar e nada melhor do que começar com o pé direito e regado a música porque música é o melhor remédio em muitas situações.
Pois bem, fazia um bom tempo que eu não postava nada que tivesse relacionado a música e, para falar a verdade, estava sentindo falta kkkk
Bom, para me redimir desse sacrilégio, no post de hoje vou indicar não apenas um CD para você ouvir em casa no seu aparelho de som ou via web, mas 5 CDs que me pegaram de jeito no ano passado.
O material indicado a seguir vai de algo mais recente a antigos sucessos que estão sempre aí para quem tiver vontade ou curiosidade em ouvir.
Sem delongas vamos as dicas, lembrando que estão baseadas em minhas preferências e que podem ou não ser considerados bons dependendo do que os leitores gostam de ouvir.



O primeiro álbum a encabeçar o playlist deste post é de um grupo de que já indiquei aqui no blog lá em 2011, o Within Temptation. O Hydra, sexto álbum de estúdio da banda, simplesmente ficou muito legal. Algumas canções remetem o início de carreira do Within Temptation justamente por em algumas faixas apresentarem o uso de vocais guturais, no entanto existe um refinamento nas composições muito latente conforme você escuta o álbum. Ainda há a presença de convidados de peso que participam de algumas faixas, como a super TarjaTurunen.
O Hydra pode ser encontrado numa versão simples e também numa versão dupla (a versão que eu tenho) onde a vocalista de voz angelical Sharon den Adel faz um cover legalzinho do hit de Lana Del Rey, o summertime sadness.



Bom, já que citei a Lana del Rey já aproveito para incluir o novo CD dela, o Honeymoon, na playlist. Bem, a Lana é o típico caso do 8 ou 80 porque tem gente que gosta muito do som vintage que ela faz, mas tem os que a odeiam por acharem que ela faz um som do tipo "cortarei os meus pulsos a qualquer instante". Eu conheci essa artista faz pouco tempo a antes de comprar esse novo CD já havia adquirido o duplo, o Born to Die - The Paradise Edition, de que gostei bastante justamente pelo som mais lânguido. Confesso pulei o Ultraviolence, anterior ao atual álbum, porque realmente o som estava com atmosfera pesada e eu não curti, mas no geral tendo a gostar de Lana e indico para aquele momento em que a pessoa está impelido a curtir uma fossa.



O terceiro som a constar na playlist e o Ghost Stories, do Coldplay. Este álbum de 2014 me surpreendeu bastante e como não poderia deixar de ser corri para comprá-lo. As canções são suaves e bem diferente do que costumamos ouvir na banda inglesa de som alternativo. Confesso que de Coldplay é uma música ou outra que eu gosto, mas neste caso o álbum todo foi uma grande surpresa. Não ouvi ainda o novo álbum da banda, o A head full of dreams de 2015, mas acredito que para mim levará um bom tempo para que o Coldplay lance algo que seja similar ao Ghost Stories.



O penúltimo a encabeçar o playlist deste post é nada mais nada menos do que o Ultimate Gospel, do grande Elvis Presley. Essa coletânea de músicas gospel lançado em 2004 trás um Elvis voltado para o divino, sendo simplesmente maravilhoso. Bom, acho que não é segredo para ninguém que Elvis Presley cantou muita música desse segmento antes de se consagrar com muitas outras canções que até hoje estão na boca do povo, aliás Elvis foi um dos que, querendo ou não, ajudou a popularizar a música gospel por isso vale muito a pena indicar este CD.



E por fim, para finalizar a playlist, um CD nacional de muito boa qualidade por sinal. No mínimo, caros leitores, alguém pode ter achado que eu deixaria um nacional de fora porque não curto música nacional. Pois bem, eu gosto sim de música nacional, posso não ser tão entendida de música, seja nacional ou não, mas pelo menos o básico conheço (para minha sorte kkk).
Gostaria, portanto, de indicar o álbum Vou pedir para você voltar - o melhor de Tim Maia, artista responsável por trazer para o Brasil o soul music. Essa coletânea de 1998 traz os maiores sucesso do cantor carioca e nos remete a uma nostalgia deliciosa, ainda mais quando a voz potente do artista reverbera nas canções.

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