O prazer da Leitura

Olá pessoas, aproveitando esse feriadão e navegando pela net, comecei a pesquisar vários textos sobre leitura, afinal, dia 23 de abril comemora-se o dia internacional do livro_ a propósito, clique AQUI e leia o post sobre o dia internacional do livro e dos direitos do autor_ assim, como não poderia deixar de ser, venho postar algo sobre essa data que para mim é tão especial.
Gostaria de ressaltar somente que as informações a seguir são de direitos exclusivos da Gazeta de Maringá e que, portanto, todo e qualquer crédito pertence ao jornal. Ah sim, gostaria de salientar também que não postarei a matéria na íntegra para não ficar muito cansativo, desse modo, caro leitor, o que você verá é apenas um recorte do artigo original, mas se você quiser lê-lo na íntegra, basta clicar AQUI para ser direcionado ao artigo publicado pelo jornal.

Como resgatar o prazer da leitura?
Pesquisa revela que brasileiros leem cada vez menos. Para especialistas, faltam campanhas de incentivo à leitura para virar esse jogo 


Metade dos brasileiros declara não ler por falta de tempo e outros 30% dizem não gostar de livros. Os dados, da pesquisa Retratos da Leitura, evidenciam o tamanho do desafio que é estimular esse hábito no Brasil. Para educadores e escritores, o problema é que ler deixou de ser uma prioridade na vida das pessoas.

O índice de leitura do brasileiro (quatro livros por ano em média – dos quais 2,1 livros são lidos inteiros e dois em partes) é baixo se comparado a outros países desenvolvidos ou em desenvolvimento. Os franceses leem em média sete livros ao ano, os chilenos 5,4 e os argentinos 4,6. A meta do governo é fazer com que a população leia pelo menos dez obras ao ano.
Valorização
Envolver a sociedade em campanhas de leitura é um caminho para valorizar o livro, diz a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Marta Morais da Costa, que faz parte da Cátedra da Unesco de Leitura. Ela afirma que a leitura é uma responsabilidade da sociedade – escola, família, igreja e empresas. Inúmeras ações precisam ser tomadas para transformar a realidade, inclusive, cobrar leituras de qualidade em concursos públicos e promover mais o livro na mídia.
Carmem Pimentel, coordenadora nacional do Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler), do governo federal, concorda que o estímulo à leitura precisa partir da família e da escola, mas aponta outro problema: “Os professores não são leitores. Como eles vão estimular os alunos?”.



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