A volta do morto-vivo: vampiros na atualidade


O mundo literário, atualmente, tem se visto “assombrado” pelas criaturas da noite que não hesitam nenhum pouco em rasgar gargantas para sorver o precioso líquido escarlate que pulsa nas artérias e veias humanas, afinal, o vampiro nunca esteve tão vivo e tão presente na mente das pessoas como agora, onde sua lenda se fortaleceu graças a recentes sucessos como a Saga de Crepúsculo e True Blood. No entanto, muito do vampiro de hoje se deve ao vampiro de antigamente onde, em meio a alguns personagens criados em épocas distintas, destaca-se Drácula - o vampiro da noite ou o Conde Vampiro, personagem do escritor irlandês Bram Stoker e Lestat, personagem criado pela     norte - - americana Anne Rice. Enfim, em meio a esse “banho de sangue” que temos acompanhado na literatura, podemos perceber que o vampiro atual não é como o de antigamente, pois muitos estão se mostrando aos humanos ou, simplesmente, perderam um pouco do mistério tão fascinante ao se tornarem bonzinhos e brilhantes a luz do sol. Se essa aparente moda de vampiros irá continuar não sabemos, porque o ser humano, nessa busca frenética pelo "eu", sempre tentará, por meio da literatura ou não, se redescobrir e, talvez, a personificação do vampiro seja apenas mais uma tentativa de redescoberta/reinvenção de si mesmo ou uma mera manifestação do homem atual em busca da perfeição que não existe e nunca existira  pelo simples fato de que perfeição é utopia.


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